https://revista.arqsp.org.br/index.php/revista-da-associacao-de-arquivi/issue/feedOFFICINA - Revista da Associação de Arquivistas de São Paulo2026-10-06T00:27:02+00:00Natália Tognoliofficina@arqsp.netOpen Journal Systems<p>A Revista Officina é um periódico de acesso aberto da Associação de Arquivistas de São Paulo (ARQ-SP).</p>https://revista.arqsp.org.br/index.php/revista-da-associacao-de-arquivi/article/view/196ARCHIVI D’ARTISTA E PRATICHE CONTEMPORANEE2026-10-02T01:44:02+00:00Annantonia Martoranoofficina@arqsp.net<p>The concept of the archive in contemporary art has evolved from a static repository to a dynamic and creative device that not only preserves memory but also generates new narratives and critical reflections. Artist archives, which include diverse materials such as sketches, photographs, and letters, provide deep insight into the creative process and the artist’s identity. These archives are not merely tools for preservation but true "cultural ecosystems" that intertwine personal and collective dimensions, challenging traditional categories of time and space. They thus become tools of resistance and instruments for critiquing the art system, transcending the logic of the artwork as a consumable object. Through the selection and organization of materials, the artist constructs an archival self-portrait, shaped by political and social dynamics. Artist archives, therefore, reflect a dialogue between memory and oblivion, order and chaos, offering new perspectives for the future.</p>2026-10-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Annantonia Martoranohttps://revista.arqsp.org.br/index.php/revista-da-associacao-de-arquivi/article/view/198PRESERVAÇÃO DIGITAL SISTÊMICA PARA DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS2026-10-06T00:27:02+00:00Henrique Machado dos Santosofficina@arqsp.netLucieli Francini Barniofficina@arqsp.net<p>O presente artigo tem por objetivo discutir a preservação de documentos arquivísticos digitais no âmbito da Teoria Geral dos Sistemas (TGS). O método consiste em uma revisão narrativa que parte do levantamento bibliográfico de materiais previamente publicados, configurando-se como uma pesquisa de natureza aplicada, de caráter descritivo. Os resultados obtidos sugerem que a preservação digital deve se deslocar da lógica linear (produção, gestão, preservação e acesso) para uma abordagem sistêmica, denominada Preservação Digital Sistêmica (PDS). Na perspectiva da PDS as políticas normativas e os procedimentos técnicos de preservação devem ser considerados ao longo de todo o ciclo de vida dos documentos, para minimizar os impactos da obsolescência tecnológica. Ou seja, é primordial que as preocupações com a preservação e o acesso longo prazo comecem antes mesmo da produção dos documentos. Por fim, conclui-se que a perspectiva sistêmica representa um salto qualitativo que eleva a confiabilidade dos sistemas informatizados que custodiam documentos arquivísticos digitais. Portanto, uma política de PDS requer fundamentação em normas e padrões recomendados, além de manter conformidade com a legislação vigente.</p>2026-10-06T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Henrique Machado dos Santos, Lucieli Francini Barnihttps://revista.arqsp.org.br/index.php/revista-da-associacao-de-arquivi/article/view/197ARQUIVOS DE ARTISTA E PRÁTICAS CONTEMPORÂNEAS2026-10-02T01:52:32+00:00Annantonia Martoranoofficina@arqsp.netNatália Tognoliofficina@arqsp.net<p>O conceito de arquivo na arte contemporânea evoluiu de um repositório estático para um dispositivo dinâmico e criativo que não apenas preserva a memória, mas também gera novas narrativas e reflexões críticas. Os arquivos de artista, que incluem materiais diversos, como esboços, fotografias e cartas, oferecem uma compreensão profunda do processo criativo e da identidade do artista. Esses arquivos não são meros instrumentos de preservação, mas verdadeiros “ecossistemas culturais” que entrelaçam dimensões pessoais e coletivas, desafiando as categorias tradicionais de tempo e espaço. Tornam-se, assim, instrumentos de resistência e de crítica ao sistema da arte, transcendendo a lógica da obra de arte enquanto objeto de consumo. Por meio da seleção e da organização dos materiais, o artista constrói um autorretrato arquivístico, moldado por dinâmicas políticas e sociais. Os arquivos de artista refletem, portanto, um diálogo entre memória e esquecimento, entre ordem e caos, oferecendo novas perspectivas para o futuro.</p>2026-10-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Annantonia Martorano; Natália Tognoli